F1 · Aulas 23–26

Fotossíntese e quimiossíntese

Fotossíntese

Processo pelo qual autótrofos convertem energia luminosa em energia química, produzindo matéria orgânica: $\mathrm{6\,CO_2 + 12\,H_2O \to C_6H_{12}O_6 + 6\,O_2 + 6\,H_2O}$. Sustenta praticamente todas as cadeias alimentares e mantém o oxigênio atmosférico.

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A fotossíntese ocorre em duas etapas acopladas dentro do cloroplasto. Na fase clara, nas membranas dos tilacoides, a clorofila e outros pigmentos absorvem luz e excitam elétrons, que percorrem uma cadeia transportadora até o NADP⁺, formando NADPH; ao mesmo tempo, a fotólise da água repõe esses elétrons e libera O₂ como subproduto, enquanto um gradiente de prótons move a ATP sintase, gerando ATP. Na fase escura (ciclo de Calvin), no estroma, o CO₂ é fixado pela enzima Rubisco sobre a ribulose-1,5-bifosfato, e o ATP e o NADPH produzidos antes sustentam a redução que origina trioses-fosfato, matéria-prima da glicose e da sacarose — note que a "fase escura" também depende de luz, pois sem ATP e NADPH o ciclo para.

Como exemplo concreto, uma planta de feijão em vaso na janela: ao meio-dia, a fase clara alimenta o ciclo de Calvin e a folha acumula amido; à noite, sem luz, a fase clara cessa, o ciclo de Calvin para e a planta passa a consumir parte da matéria orgânica pela respiração celular.

Equação química e origem do oxigênio

O $\mathrm{O_2}$ liberado vem da água, não do gás carbônico — demonstrado por experimentos com oxigênio-18 marcado, feitos por Ruben e Kamen. Daí a equação ser escrita com 12 moléculas de água nos reagentes e 6 nos produtos.

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A fotossíntese só faz sentido quando encarada como um processo redox completo, não como uma simples troca de gases. Na fase clara, a clorofila excitada perde elétrons para a cadeia transportadora, gerando NADPH e ATP; para repor esses elétrons, o fotossistema II promove a fotólise da água, quebrando 2 H₂O em 4 H⁺, 4 elétrons e 1 O₂.

Cloroplastos

Organelas de dupla membrana com DNA e ribossomos próprios. Internamente, os tilacoides empilhados formam os granum, onde ocorre a etapa fotoquímica, e o fluido que os envolve é o estroma, onde ocorre a etapa química.

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Os cloroplastos são organelas semiautônomas cuja origem remonta à endossimbiose de uma cianobactéria ancestral fagocitada por uma célula eucariótica heterotrófica, o que explica seu DNA circular (o DNA plastidial) e ribossomos 70S, semelhantes aos bacterianos — evidência de hereditariedade extranuclear, já que o cloroplasto se divide independentemente e é transmitido quase sempre por via materna. Cada cloroplasto é delimitado por um envelope de dupla membrana e preenchido pelo estroma, onde mergulham um sistema de membranas internas que formam os tilacoides; estes podem organizar-se em pilhas chamadas granum, interligadas por lamelas do estroma.

Além dos tilacoides, o estroma contém grãos de amido (produto da fotossíntese), plastoglóbulos — gotículas que armazenam lipídios para a manutenção das membranas tilacoidais — e enzimas do ciclo de Calvin, como a RuBisCO.

Vale lembrar ainda os clássicos experimentos de Engelmann e de Calvin: o primeiro revelou que as algas fotossintetizam preferencialmente na luz vermelha e azul, e o segundo mapeou, com carbono-14, a fixação do CO₂ no estroma, provando que a etapa química ocorre fora dos tilacoides.

Pigmentos fotossintéticos

Clorofilas a e b, os principais, absorvem luz e refletem o verde. Os carotenoides (carotenos e xantofilas) são acessórios, ampliam a faixa de absorção e protegem contra o excesso de luz. As ficobilinas ocorrem em algas vermelhas e cianobactérias.

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Os pigmentos fotossintéticos são moléculas capazes de absorver energia luminosa e transferi-la para os centros de reação, onde ela é convertida em energia química — por isso, a cor que enxergamos em uma folha corresponde justamente à luz que ela não absorve, e sim reflete. Cada pigmento tem um espectro de absorção próprio, com picos em comprimentos de onda específicos: a clorofila a, por exemplo, absorve intensamente na faixa do azul-violeta (cerca de 430 nm) e na do vermelho (cerca de 660 nm), o que explica por que a luz verde, situada entre esses picos, é pouco aproveitada e acaba refletida — daí o verde característico das plantas. Além disso, a clorofila a é a única que participa diretamente da conversão de energia no centro de reação, enquanto os demais pigmentos atuam como antenas acessórias que ampliam a eficiência da captação.

Espectro de absorção dos pigmentos fotossintéticos

A clorofila absorve mais nas faixas do azul-violeta e do vermelho, e reflete o verde — daí a cor das plantas. O espectro de ação da fotossíntese coincide com esse padrão, o que confirma a clorofila como pigmento principal. Luz verde é a menos eficiente.

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Por trás desse padrão espectral há uma explicação quântica e molecular: cada pigmento possui um sistema de duplas ligações conjugadas em sua estrutura, e a extensão desse sistema determina exatamente quais comprimentos de onda ele consegue captar. A clorofila a, pigmento central, tem picos de absorção próximos de 430 nm (região do azul-violeta, na forma de clorofila a in vivo) e 662 nm (vermelho), enquanto a clorofila b desloca esses picos para cerca de 453 nm e 642 nm, ampliando a janela de captação do complexo antena. Já os carotenoides, como o betacaroteno e as xantofilas, absorvem sobretudo na faixa do azul-violeta, cobrindo a lacuna deixada entre os dois picos da clorofila; além disso, exercem papel fotoprotetor, dissipando o excesso de energia e evitando a formação de espécies reativas de oxigênio quando a luz é intensa demais.

Etapas da fotossíntese

Duas fases acopladas: a fotoquímica ou clara, nos tilacoides, que converte luz em ATP e NADPH e libera $\mathrm{O_2}$; e a química, no estroma, que usa esses produtos para fixar o $\mathrm{CO_2}$ em glicose. Sem a primeira, a segunda cessa em pouco tempo.

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Aprofundando o tópico, vale detalhar o funcionamento de cada etapa. Na fase fotoquímica, a energia luminosa excita elétrons da clorofila do fotossistema II (PSII), que são repostos pela fotólise da água — reação que gera os prótons acumulados no lúmen do tilacoide e libera o $\mathrm{O_2}$ que respiramos. Esses elétrons seguem por uma cadeia transportadora (plastoquinona, citocromo $b_6f$, plastocianina) até o fotossistema I (PSI), cuja excitação permite reduzir o $\mathrm{NADP^+}$ a NADPH. O gradiente de prótons formado move a ATP sintase, produzindo ATP por quimiosmose. Já a fase química ocorre no estroma e compreende o Ciclo de Calvin: a enzima RuBisCO fixa o $\mathrm{CO_2}$ à ribulose-1,5-bifosfato, formando 3-fosfoglicerato, que é reduzido a gliceraldeído-3-fosfato com gasto de ATP e NADPH — parte regenera a RuBP e parte origina glicose.

Como exemplo concreto, plantas C4 (milho, cana) separam espacialmente essas fases: fixam $\mathrm{CO_2}$ em oxaloacetato nas células do mesofilo e o liberam nas células da bainha do feixe, garantindo alta concentração de $\mathrm{CO_2}$ onde a RuBisCO atua e reduzindo a fotorrespiração.

Etapa fotoquímica

Também chamada fase clara ou de claro. Nos tilacoides, a luz excita a clorofila nos fotossistemas; a fotólise da água repõe os elétrons e libera $\mathrm{O_2}$. O fluxo de elétrons gera ATP (fotofosforilação) e NADPH.

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A etapa fotoquímica ocorre nas membranas dos tilacoides, onde se organizam os fotossistemas II e I, complexos proteicos com pigmentos capazes de captar fótons. Quando a luz incide sobre o fotossistema II (P680), a clorofila perde elétrons excitados, que seguem por uma cadeia transportadora até o fotossistema I (P700), transferidos pelo complexo citocromo b6f; esse percurso libera energia usada para bombear prótons para o interior do tilacoide, criando um gradiente de prótons que a ATP sintase converte em ATP, processo chamado fotofosforilação. Como o P680 ficou sem elétrons, a enzima complexo de quebra da água realiza a fotólise, dividindo $\mathrm{H_2O}$ em prótons, elétrons e $\mathrm{O_2}$ — este último difunde-se para fora da célula.

No fotossistema I, os elétrons reenergizados são transferidos à ferredoxina e depois ao NADP⁺, formando NADPH pela ação da NADP⁺ redutase.

Etapa química

Também dita fase escura, ciclo de Calvin ou ciclo das pentoses, no estroma. Não depende diretamente da luz, mas do ATP e do NADPH produzidos na fase clara. O $\mathrm{CO_2}$ é fixado pela enzima rubisco sobre a ribulose e convertido em glicose.

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A etapa química da fotossíntese, também chamada de ciclo de Calvin-Benson ou ciclo das pentoses, ocorre no estroma do cloroplasto e é responsável pela conversão do CO₂ em carboidratos, utilizando o ATP e o NADPH gerados na fase fotoquímica; seu caráter "escuro" é apenas didático, pois a luz não age diretamente sobre as reações, mas indiretamente ao alimentar a fase clara, de modo que o ciclo cessa na ausência de luz. O processo se divide em três momentos: fixação, redução e regeneração. Na fixação, a enzima rubisco (ribulose-1,5-bifosfato carboxilase-oxigenase) catalisa a união do CO₂ à ribulose-1,5-bifosfato (RuBP), uma pentose de cinco carbonos, formando um composto instável de seis carbonos que se rompe imediatamente em duas moléculas de 3-fosfoglicerato (3-PGA), cada uma com três carbonos; por isso o ciclo também é chamado de via C₃.

Na redução, cada 3-PGA recebe um grupo fosfato do ATP (formando 1,3-bifosfoglicerato) e é reduzido pelo NADPH a gliceraldeído-3-fosfato (G3P), com liberação de fosfato inorgânico; essa é a etapa em que a energia luminosa, convertida em poder redutor e ATP, efetivamente entra na matéria orgânica. Na regeneração, a maior parte do G3P (5 de cada 6 moléculas) consome mais ATP para reconstituir a RuBP, fechando o ciclo; apenas uma molécula de G3P sobra a cada três voltas, e são necessárias seis voltas para produzir um açúcar de seis carbonos (glicose), o que exige 18 ATP e 12 NADPH.

Em síntese, entender a etapa química exige articular três ideias centrais — a fixação do CO₂ pela rubisco, o gasto energético vindo da fase clara e a regeneração da RuBP —, e as provas costumam testar justamente essa articulação, mais do que a memorização de nomes isolados.

Fisiologia da fotossíntese

A taxa fotossintética depende de fatores internos — quantidade de clorofila, área foliar, número de estômatos — e externos: luz, $\mathrm{CO_2}$, temperatura e água. Vale a lei dos fatores limitantes de Blackman: a taxa é governada pelo fator que está em menor disponibilidade.

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A fisiologia da fotossíntese, em essência, é o estudo de como a planta gerencia o fluxo de energia e matéria ao longo das duas grandes etapas do processo — as reações fotoquímicas, dependentes de luz, que ocorrem nos tilacoides e produzem ATP e NADPH, e o ciclo de Calvin, no estroma, que consome esse poder redutor e o $\mathrm{CO_2}$ para fabricar trioses fosfato.

O ponto central é que a velocidade global é limitada pela etapa mais lenta, e não pela soma das etapas: se a luz é abundante mas a concentração de $\mathrm{CO_2}$ é baixa, o ciclo de Calvin fica subalimentado, o NADPH e o ATP se acumulam e a cadeia transportadora de elétrons simplesmente desacelera. Além disso, a própria planta regula sua eficiência por feedback: quando a taxa de carboxilação pela enzima Rubisco não acompanha a taxa de fixação de energia luminosa, surgem espécies reativas de oxigênio que podem danificar o fotossistema II — fenômeno da fotoinibição.

Influência da luz

A taxa cresce com a intensidade luminosa até um ponto de saturação, a partir do qual estabiliza. O ponto de compensação fótico é a intensidade em que a fotossíntese iguala a respiração, com saldo zero — abaixo dele a planta consome mais do que produz e não sobrevive.

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A resposta da fotossíntese à luz não é linear nem idêntica em todos os organismos, pois depende de como a energia luminosa captada pelos fotossistemas se converte em ATP e NADPH e de como esses produtos são consumidos no ciclo de Calvin; quando a luz cresce, mais elétrons fluem pela cadeia transportadora nos tilacoides, o que eleva a produção de ATP e NADPH e, por consequência, a fixação de CO₂ pela Rubisco, mas esse ganho encontra limites impostos pela própria capacidade enzimática e pela disponibilidade de CO₂, e a partir daí a saturação luminosa se estabelece — em plantas de sol, ela costuma ocorrer em intensidades bem mais altas do que em plantas de sombra, que já saturam com pouca luz e por isso não toleram exposição direta prolongada.

Influência do gás carbônico

A taxa aumenta com a concentração de $\mathrm{CO_2}$ até saturar. Como a concentração atmosférica é baixa (cerca de 0,04%), o $\mathrm{CO_2}$ costuma ser o principal fator limitante em condições naturais — daí sua injeção controlada em estufas comerciais.

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Para entender por que o $\mathrm{CO_2}$ limita a fotossíntese, é preciso lembrar que ele é a matéria-prima do ciclo de Calvin, no qual a enzima RuBisCO catalisa a fixação do $\mathrm{CO_2}$ à ribulose-1,5-bisfosfato (RuBP), gerando ácido 3-fosfoglicérico (3-PGA). Quando a concentração de $\mathrm{CO_2}$ cai, a RuBisCO fica ociosa e o ciclo desacelera, mesmo que luz e água estejam sobrando: o $\mathrm{CO_2}$ se torna o reagente limitante da via, segundo a Lei do Mínimo de Liebig, que diz que o crescimento é limitado pelo recurso mais escasso.

Influência da temperatura

Como a etapa química é enzimática, a taxa cresce com a temperatura até um ótimo e cai bruscamente acima dele, por desnaturação. Temperaturas muito altas provocam ainda o fechamento dos estômatos, o que reduz a entrada de $\mathrm{CO_2}$.

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Antes de tudo, é preciso entender que a temperatura afeta a fotossíntese por dois mecanismos independentes: o efeito sobre as enzimas do estroma (etapa química) e o efeito sobre a difusão de gases pela folha. Como a etapa química é enzimática, a taxa cresce com a temperatura até um ótimo e cai bruscamente acima dele, por desnaturação. Temperaturas muito altas provocam ainda o fechamento dos estômatos, o que reduz a entrada de $\mathrm{CO_2}$. A partir daí, o raciocínio que as bancas cobram é a leitura da curva em sino: abaixo do ótimo, o fator limitante é a cinética enzimática, que aumenta com o calor; acima do ótimo, o fator limitante passa a ser a própria desnaturação das enzimas, com queda abrupta e irreversível (não confundir com a queda reversível por falta de $\mathrm{CO_2}$).

Relação entre fotossíntese e respiração vegetal

A planta respira o tempo todo, inclusive de dia; a fotossíntese ocorre apenas com luz. No ponto de compensação, as duas se igualam. Para crescer, a planta precisa ficar acima desse ponto por tempo suficiente — daí a importância do fotoperíodo e da posição na mata.

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A relação entre fotossíntese e respiração na planta é de simultaneidade e balanço, não de alternância simples: em qualquer célula clorofilada com luz, os cloroplastos fixam CO₂ e produzem glicose e O₂, enquanto as mitocôndrias de todas as células vivas continuam oxidando glicose em CO₂ e H₂O para gerar ATP, processo que não para nem de dia nem de noite. O saldo líquido depende, portanto, da intensidade luminosa versus a demanda respiratória; abaixo do ponto de compensação a planta consome mais do que produz e perde biomassa, acima dele acumula matéria orgânica e, se mantiver esse ganho por horas ao longo do dia, cresce de fato.

Quimiossíntese

Produção de matéria orgânica usando energia da oxidação de compostos inorgânicos, sem luz. Realizada por bactérias nitrificantes (Nitrosomonas, Nitrobacter), sulfobactérias e ferrobactérias. Sustenta ecossistemas de fontes hidrotermais abissais, independentes do Sol.

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A quimiossíntese se distingue da fotossíntese porque o doador de elétrons não é a água, mas substâncias inorgânicas reduzidas como amônia, nitrito, sulfeto de hidrogênio, enxofre elementar ou íons ferrosos, e essa oxidação alimenta uma cadeia transportadora de elétrons na membrana, gerando um gradiente de prótons cuja dissipação pela ATP sintase produz ATP por quimiosmose, mecanismo idêntico ao da respiração e da fotofosforilação, o que explica por que muitos livros tratam a quimiossíntese como uma "respiração invertida" em termos de fluxo energético. O poder redutor necessário para fixar CO₂ vem do NADH (em procariotos, o NAD⁺ é a coenzima típica, e não o NADP⁺, como ocorre no ciclo de Calvin dos cloroplastos), obtido por transporte reverso de elétrons ou diretamente da oxidação do substrato, e o carbono é incorporado pelo ciclo de Calvin ou por vias alternativas.

Vale lembrar também que a quimiossíntese foi fundamental para a origem da vida na Terra primitiva, quando a atmosfera não tinha oxigênio nem camada de ozônio, e que bactérias quimiossintetizantes atuam hoje no ciclo do nitrogênio, fertilizando solos ao converter amônia em nitrato disponível para as plantas, o que conecta esse tópico diretamente à ecologia e à microbiologia cobradas em vestibulares.